Luiz – Solar-e | Energia Solar Residencial e Empresarial http://www.solare.eng.br Somos especialistas em Sistemas de Captação de Energia Solar para Empresas e Residências. Mon, 25 Jun 2018 16:59:12 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.9.8 http://www.solare.eng.br/solar/wp-content/uploads/2016/07/cropped-favicon-32x32.png Luiz – Solar-e | Energia Solar Residencial e Empresarial http://www.solare.eng.br 32 32 Dia do Meio Ambiente: 5 dicas para deixar a casa mais ecológica e gastar menos nas contas de água e luz http://www.solare.eng.br/diadomeioambiente/ Tue, 05 Jun 2018 22:11:19 +0000 http://www.solare.eng.br/?p=2306 Veja como otimizar o uso da energia e da água dentro de casa e rever pequenos hábitos que podem prejudicar o...

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Veja como otimizar o uso da energia e da água dentro de casa e rever pequenos hábitos que podem prejudicar o meio ambiente

A conta de luz corresponde a 17% do ganho mensal do brasileiro, segundo uma pesquisa de 2016 realizada pelo Centro Técnico Científico da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Além do impacto significativo nos gastos de casa, o desperdício de energia elétrica — bem como o de água, outra grande parcela do orçamento — tem grandes consequências ambientais, que vão desde o uso de fontes não-renováveis ao desabastecimento.

Nesta terça (5), em que se celebra o Dia Mundial do Meio Ambiente, HAUS separou cinco dicas para você adotar dentro de casa e ajudar a melhorar os dois cenários ao mesmo tempo, reduzindo consumo e impacto ambiental.

Confira as dicas!

Economize água no jardim e na lavanderia

Foto: Divulgação

Regar plantas ao meio-dia ou nos picos de temperatura faz com que a água se evapore mais rapidamente —logo, precisam de mais água para absorver o que precisam. Optar por regar plantas pela manhã ou no fim da tarde faz com que elas consigam reter mais água nas raízes.

Na área de serviço, não use a máquina de lavar roupas ou louças sem que estejam cheias, já que a quantidade de água e de energia usadas no processo será a mesma. Se houver essa opção, ative sempre o modo eco, que otimiza o uso.

Use lâmpadas de LED

Matéria sobre a certificação do Inmetro que passará a valer para as lâmpadas LED em dezembro. Explicamos o que muda e que benefícios isso trará para o consumidor. Imagens na Grey House Iluminação, que é uma das fontes da matéria. Fotografarmos as lâmpadas LED - acesas, em grupos, isoladas - para ilustrarmos a página. Lâmpada bulbo de led da direita para esquerda a Belinha Filamento led 2w, a Mini dicroica EVO 4w refletora, a Vela 4w E-27, a Dicroica 6w GU10, a Bulbo 9w E-27, a AR 70 GU10, a Refletora 7w EVO, a Dicroica 8CO EVO Refletora e a Par 20 6w E-27 LED.

Foto: Antônio More/Arquivo/Gazeta do Povo

Mais do que as lâmpadas fluorescentes, lâmpadas de LED gastam menos energia para iluminar mais o ambiente, já que têm maior potência. A vida útil mínima do LED varia conforme cada tipo de lâmpada, mas varia de 15 mil a 25 mil horas, contra 6 a 8 mil horas das fluorescentes.

Além disso, o LED tem a vantagem de não conter mercúrio na sua composição, substância prejudicial ao meio ambiente, já que contamina ecossistemas aquáticos e prejudica a vida marinha, dentre outros impactos. Com a economia de energia, o maior valor da lâmpada se paga tanto na conta de luz como no seu valor ambiental.

Regule o ar condicionados sem exageros

Foto: Divulgação

Temperaturas mais amenas no ar condicionado ajudam a garantir uma economia de energia significativa sem precisar de muito: 20ºC em vez de 17ºC ou 24ºC em vez de 26ºC já faz com que o aparelho trabalhe significativamente menos para garantir a climatização do ambiente, diminuindo a conta de luz.

Outras dicas relacionadas ao aparelho são manter os filtros sempre limpos e não desligá-lo quando sair do ambiente e quando a pausa não for longa — ele terá muito mais trabalho climatizando novamente o ambiente do que apenas mantendo a temperatura.

Faça compostagem caseira

Aprender a fazer compostagem em casa ajuda a reduzir o lixo orgânico. Foto: Reprodução/Pinterest

Grande parte da matéria orgânica descartada diariamente pode ser reaproveitada como adubo através da compostagem feita em casa. Além da economia no jardim, uma das vantagens da prática é  que os produtos da compostagem são húmus, água e gás carbônico. Em aterros sanitários, destinos mais comuns ao lixo orgânico, a decomposição gera o gás metano, extremamente poluente.

O processo leva em média três semanas para transformar o lixo em húmus e pode ser feito usando apenas potes plásticos, terra com minhocas e a própria matéria orgânica.

Telhados verdes e painéis solares

agricultura-urbana

Instalação de painéis solares para geração de energia. Foto: The Urban Homesteaders / Divulgação

Soluções que otimizam um espaço geralmente obsoleto na casa, o telhado, também ajudam a controlar o gasto de energia. No caso das placas fotovoltaicas — os famosos painéis solares —, que aproveitam luz solar, elas geram para a residência um tipo de energia 100% limpa, com mínimo impacto ambiental e custo zero na absorção. Em países como o Brasil, com alta incidência de sol durante todo o ano, ela é extremamente vantajosa: uma vez feito o investimento na infraestrutura, ele logo dá retorno financeiro.

Já os chamados telhados verdes nada mais são do que uma camada de vegetação na cobertura. Uma construção com um telhado ecoeficiente diminui a troca energética entre o interior e o exterior, ou seja, traz mais conforto térmico para dentro de casa. Assim, não só a qualidade do ar melhora, como há uma redução da necessidade de uso de climatizadores internos como o ar condicionado.

Fonte: Gazeta do povo (https://www.gazetadopovo.com.br/haus/sustentabilidade/dia-mundial-meio-ambiente-5-dicas-casa-mais-ecologica-diminuir-gastos/)

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Apple agora opera 100% com energia renovável http://www.solare.eng.br/apple-agora-opera-100-com-energia-renovavel/ Mon, 16 Apr 2018 13:59:23 +0000 http://www.solare.eng.br/?p=2297 Por Bruno Santana 09/04/2018 às 18:12 A Apple acaba de anunciar um marco importantíssimo na sua jornada para tornar-se uma empresa...

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A Apple acaba de anunciar um marco importantíssimo na sua jornada para tornar-se uma empresa símbolo no respeito ao meio ambiente: a partir de agora, todas as operações da Maçã ao redor do mundo são 100% movidas por fontes de energia limpas e renováveis.

No último relatório de responsabilidade ambiental divulgado pela empresa, cobrindo o ano fiscal de 2016, o índice estava perto da totalidade, mas ainda não exatamente lá, com 96% das operações movidas a energia limpa. Agora, a Maçã conseguiu fechar os 4% restantes por meio de parceiros e iniciativas próprias, como as fazendas de energia solar nos Estados Unidos.

Quando falamos em “operações da Maçã”, estamos nos referindo a todas as atividades desempenhadas diretamente pela empresa — ou seja, o Apple Park e os demais campi da Apple espalhados pelo mundo, seus escritórios, data centers e lojas próprias. É bom notar que, em alguns desses locais mais afastados (como as lojas no Brasil e os escritórios na Índia, por exemplo), a Maçã conquistou o feito fazendo contratos com empresas locais de geração de energia limpa, em vez de comprar créditos de carbono — que é a estratégia padrão de empresas que querem estabelecer uma imagem mais amigável ao meio ambiente.

A Apple aproveitou a notícia para relembrar/anunciar várias de suas iniciativas de energia renovável que estão sendo desenvolvidas ao redor do planeta, como o magnífico teto do Apple Park totalmente coberto de painéis solares, as fazendas de energia solar e eólica espalhadas pela China, os novos data centers totalmente movidos a energia renovável e as parcerias com diversas empresas energéticas ao redor do mundo.

Também tivemos avanços no que se refere à cadeia de produção da Maçã, que envolve um sem-número de outras empresas parceiras. Mais 9 fornecedoras assinaram um compromisso de rodarem totalmente por meio de fontes de energia renováveis, subindo o número para um total de 23 — entre elas, a Pegatron, principal montadora do iPhone e uma das principais parceiras da Apple na atualidade. A principal fornecedora da Maçã, entretanto (a Foxconn), ainda não se comprometeu com o plano.

Tim Cook (CEO da Apple) compartilhou algumas palavras acerca do marco:

Nós temos o compromisso de deixarmos o mundo melhor do que como o encontramos. Depois de anos de trabalho duro, estamos orgulhosos em termos chegado a esse marco importantíssimo. Nós vamos continuar superando as barreiras do que é possível com os materiais em nossos produtos, com a forma que os reciclamos e com a forma que trabalhamos com nossos fornecedores para estabelecer novas fontes avançadas e criativas de energia renovável, porque sabemos que o futuro depende disso.

Fonte: MACMAGAZINE (https://macmagazine.com.br/2018/04/09/apple-agora-opera-100-com-energia-renovavel/)

 

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Consumidores mineiros investem em energia solar para reduzir a conta de luz http://www.solare.eng.br/consumidores-mineiros-investem-em-energia-solar-para-reduzir-a-conta-de-luz/ Tue, 10 Apr 2018 09:48:53 +0000 http://www.solare.eng.br/?p=2209 O sol nasce para todos, mas para alguns brilha mais e gera economia e lucro. Isso vale para quem recorre aos...

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O sol nasce para todos, mas para alguns brilha mais e gera economia e lucro. Isso vale para quem recorre aos sistemas de geração de energia solar voltaica. Os equipamentos instalados nos telhados e quintais possibilitam aos consumidores (comerciais ou domésticos) reduzir a conta de luz. De acordo com dados da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Minas é o estado com maior número desses equipamentos, com o total de 3.540 sistemas, na frente de São Paulo, que tem 3.166 equipamentos instalados. “A tendência é que, cada vez mais, as pessoas passem a recorrer ao uso da energia solar para o próprio consumo, por uma questão econômica e pela consciência ambiental. A energia solar é totalmente limpa. Não causa nenhum dano à natureza”, afirma Geovane Câmara, diretor da Facilita Energia Solar Soluções, empresa de venda de equipamentos em Montes Claros e que atua em todo o Norte do estado.

Geovane lembra que a montagem de um sistema de geração de energia solar é um investimento relativamente barato. Com cerca de R$ 15 mil a R$ 20 mil é possível adquirir o sistema, que garante o fornecimento de energia para uma família e ainda ceder o excedente para um vizinho – o chamado compartilhamento. O empresário ressalta que o investimento na geração própria de energia é vantajoso, principalmente para hotéis, padarias, açougues e sorveterias, que consomem muita energia e têm equipamentos que ficam ligados o tempo todo. Ele lembra que o dono do empreendimento pode comprar os sistemas fotovoltaicos recorrendo a financiamento bancário.

A receita de Geovane foi seguida pelo empresário Marcelo Ribeiro Felisberto, dono do Hotel Canoeiros, às margens do Rio São Francisco, em Pirapora. Em novembro de 2016, com um empréstimo do Banco do Nordeste – com prazo de 11 anos para pagamento e mais um ano de carência –, ele investiu R$ 500 mil na instalação de uma usina fotovoltaica para gerar energia para o estabelecimento, que tem 100 apartamentos. Os módulos (painéis) foram instalados em uma extensão de 800 metros quadrados em cima do telhado. “Consegui uma economia de 70% nos gastos com energia”, comemora Marcelo, que conseguiu baixar o valor da conta de luz de R$ 15 mil para R$ 3 mil por mês. Além de energia para o próprio consumo, ele pode transferir o excedente para a rede de energia e ter uma compensação pelo valor.

Maior demanda

De acordo com a Absolar, os consumidores residenciais lideram o uso da energia solar fotovoltaica, representando 42% da potência instalada no país. São pessoas como o comerciante Wilson Ivo de Oliveira, de Várzea da Palma, cidade vizinha a Pirapora. Ele investiu R$ 40,8 mil em um sistema de geração de energia solar voltaica em seu supermercado. “Pagava cerca de R$ 950 de luz por mês. Hoje, só R$ 78, sendo que R$ 38 são referentes à taxa de iluminação pública”, explica.

 

A fonte renovável também trouxe economia para a confeiteira Marta Souza Morais, que tem quatro geladeiras, um freezer, três aparelhos de ar-condicionado e duas batedeiras industriais em casa. Há dois anos ela instalou um sistema de geração de energia solar no telhado de sua casa, no Bairro Todos Santos, em Montes Claros. “Juntei minhas economias e paguei R$ 34 mil. Sei que hoje está até mais barato, mas estou muito satisfeita. Foi o investimento que fiz na vida. Pagava entre R$ 600 e R$ 800 de luz. Hoje, pago R$ 75”, relata.

A rede de farmácias Minas Brasil também optou pela energia limpa no Norte do estado. Desde 2015, a empresa aplicou R$ 3,2 milhões em 2.084 módulos, que atendem 12 lojas da rede. “Percebemos uma redução de 85% no gasto com energia elétrica. A partir de agora, a expectativa é de pagar todo o investimento em até 60 meses e contabilizar apenas as vantagens da energia solar”, afirma o empresário Leandro Guedes, diretor da Minas Brasil. Segundo dados da Absolar, as empresas dos setores de comércio e serviços representam 39% do mercado do uso de energia solar fotovoltaica no Brasil. Em seguida, aparecem as indústrias (9%) e os sistemas localizados na zona rural (5%). Edificações e serviços do poder público correspondem a 5% do público, assim como o grupo representado pelas escolas, hospitais, tribunais e a própria iluminação pública.

 

Setor em crescimento

 

Os números do rápido crescimento da energia solar no Brasil impressionam. De acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), atualmente, a potência instalada no país é de 1,1 mil megawatts (MW) em usinas solares fotovoltaicas de médio a grande portes. A expectativa é que a capacidade instalada mais do que dobre neste ano. Até o fim de 2018 deverão entrar em operação 2,3 mil MW das usinas alimentadas pela luz do Sol. Os investimentos no setor até 2017 somaram R$ 4,5 bilhões. Aprevisão é de que os investimentos acumulados deverão atingir aproximadamente R$ 13,6 bilhões até final deste ano. A criação de empregos pela energia solar também é aquecida: atualmente, gira em torno de 20 mil postos de trabalho e a estimativa é atingir 25 mil novos empregos diretos e indiretos este ano.

O Brasil tem 18.214 sistemas solares fotovoltaicos conectados à rede, trazendo economia e engajamento ambiental a 20.518 unidades consumidoras, que somam mais de R$ 1,33 bilhão em investimentos acumulados desde 2012, em todas as regiões brasileiras. O presidente da Absolar, Rodrigo Sauaia, lembra que, até 2016, a capacidade instalada de energia solar no Brasil era apenas 90 megawatts e houve um crescimento de 11 vezes em um ano. “O ano passado foi histórico para a energia solar no Brasil”, afirma. Também salienta que a geração a partir de fontes renováveis, como a luz solar, “diversifica a matriz energética e faz com o país fique menos dependente das hidrelétricas e das termelétricas.”

Atrativos

Sauaia ressalta que a tendência do setor é continuar despontando, por causa das vantagens oferecidas, sendo uma delas a condição de o cidadão gerar a própria energia que gasta e reduzir custo. Ele afirma que a conta de luz tem reajustes muito acima da inflação, o que contribui para as pessoas investirem nos sistemas próprios de geração de energia. “Os consumidores estão em busca de novas formas de economia”, observa. Por outro lado, o dirigente da Absolar assinala que para que o mercado da energia solar venha avançar ainda mais é preciso que o governo federal libere mais linhas de crédito para pessoas físicas.

Fonte: Estado de Minas

https://www.em.com.br/app/noticia/economia/2018/02/25/internas_economia,940005/consumidores-investem-em-energia-solar-para-reduzir-a-conta-de-luz.shtml

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Governo tem bilhões para geração caseira de energia, mas exclui Sul e Sudeste http://www.solare.eng.br/governo-tem-bilhoes-para-geracao-caseira-de-energia-mas-exclui-sul-e-sudeste/ Tue, 10 Apr 2018 00:26:08 +0000 http://www.solare.eng.br/?p=2200 Plano com R$ 3,2 bilhões para financiar placas fotovoltaicas, que será lançado nesta quarta (4), vale apenas para Norte, Nordeste e...

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Plano com R$ 3,2 bilhões para financiar placas fotovoltaicas, que será lançado nesta quarta (4), vale apenas para Norte, Nordeste e Centro-Oeste

O Ministério de Integração Nacional lança nesta quarta-feira (4) a principal iniciativa para difundir a microgeração de energia solar no Brasil até o momento. Trata-se da oferta de R$ 3,2 bilhões para financiar a instalação de placas fotovoltaicas em residências e estabelecimentos comerciais nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do país. O que se espera é que com a facilitação do pagamento, cresça o número de pessoas que geram a própria energia, reduzindo em até 90% as despesas com energia elétrica.

No entanto, essa medida não chega aos estados do Sul e do Sudeste, visto que os recursos do financiamento vêm dos fundos constitucionais destinados ao desenvolvimento socioeconômico das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil, além do Norte de Minas Gerais e do Norte do Espírito Santo. Os fundos constitucionais não chegam ao Sul e ao Sudeste porque têm como objetivo, justamente, diminuir a disparidade de desenvolvimento entre as cinco regiões do país.

De acordo com o presidente-executivo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Rodrigo Lopes Sauaia, a iniciativa do governo federal é extremamente estratégica e relevante para o setor, visto que o acesso ao crédito seria o grande gargalo para o avanço da energia solar no país.

“A instalação das placas fotovoltaicas contribui diretamente na redução dos gastos com energia elétrica, geração de empregos de qualidade e com a sustentabilidade ambiental, por ser uma energia limpa”, pontua Sauaia. Segundo dados do presidente, a tecnologia permite a redução de 80% a 90% dos gastos mensais com energia.

O investimento para a instalação das placas em uma residência tem diminuído, e hoje é de cerca de R$ 15 mil para qualquer região do país. De qualquer forma, segundo Sauaia, o investimento é recuperado em, aproximadamente, cinco anos, sendo que a tecnologia tem vida útil de 25 anos. “Nem todo o brasileiro tem esse recurso disponível para investir. Por isso o financiamento é tão importante”, reforça.

As linhas de crédito serão oferecidas pelo Banco do Nordeste, Banco da Amazônia (Basa) e Banco do Brasil com juros muito abaixo das taxas de mercado e prazos mais longos de pagamento. Até então, o financiamento para viabilizar o uso da energia fotovoltaica só era permitido para pessoas jurídicas e agricultores.

Números desanimadores

Apesar do imenso potencial, o Brasil está atrasado quando se trata de geração de energia solar. Existem cerca de 82 milhões de unidades consumidoras de energia elétrica no país, das quais menos de 30 mil – 0,04% do total – podem gerar de energia solar fotovoltaica, o que representa 0,04% do total.

O governo federal estima que em 2026 cerca de 770 mil consumidores terão adotado os sistemas fotovoltaicos, totalizando 3,3 gigawatts (GW), o equivalente 0,6% do consumo nacional de energia.

Mas a Absolar acredita que este número está subestimado. E diz que com apoio dos governos e de políticas públicas, seria possível ultrapassar um milhão de consumidores de energia solar ainda em 2025, o que representaria 4,5 GW, ou 1% do consumo do país.

A situação do Paraná

Com a restrição legal da área de abrangência dos fundos constitucionais, o financiamento não chega às regiões Sul e Sudeste do Brasil. Por isso, a Absolar tem trabalhado junto ao BNDES, à Caixa Econômica Federal e ao Banco do Brasil para que essas instituições passem a oferecer linhas de crédito a preços competitivos, de modo que os brasileiros que morem nessas regiões possam investir em energia solar, passando a produzir a própria energia em suas residências.

Além do trabalho junto às instituições financeiras públicas, os próprios estados têm tomado ações para incentivar a população a gerar energia renovável. Neste sentido, uma das principais medidas diz respeito ao Convênio ICMS 16, de 22 de abril de 2015, que autoriza que os estados isentem de ICMS as residências e empresas que produzam a própria energia. Vinte e quatro estados brasileiros já aderiram a este termo. Apenas três não finalizaram a adesão, são eles: Paraná, Amazonas e Santa Catarina.

“O Paraná ainda precisa fazer sua lição de casa no que diz respeito à energia solar”, critica Rodrigo Lopes Sauaia, presidente-executivo da Absolar. Para reverter essa situação, está marcada para o próximo dia 10, terça-feira, às 9h, a audiência pública “Otimização pública das energias solar, eólica, biomassa e outras no estado do Paraná”, na Assembleia Legislativa do Paraná.

Durante o evento, serão discutidos o incentivo ao uso das energias renováveis no Paraná e as ações públicas que precisam ser desenvolvidas para o avanço dessas tecnologias.

Estados com maior capacidade de geração de energia solar

  1. Minas Gerais – 50,7 megawatts (MW) de capacidade instalada
  2. Rio Grande do Sul – 30,2 MW
  3. São Paulo – 26,8 MW
  4. Ceará – 12,8 MW
  5. Santa Catarina – 12 MW
  6. Paraná – 11,4 MW
  7. Rio de Janeiro – 11,1 MW

Fonte: Gazeta do povo

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Tecpar Constata Geração Regular De Energia Solar Em Curitiba http://www.solare.eng.br/pesquisador-do-tecpar-constata-geracao-regular-de-energia-solar-em-curitiba-ao-longo-do-ano/ Thu, 28 Jul 2016 22:09:02 +0000 http://solare.eng.br/?p=1556 Apesar de ser uma cidade fria e com pouca incidência de sol, Curitiba apresenta condições que permitem a produção regular de...

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Apesar de ser uma cidade fria e com pouca incidência de sol, Curitiba apresenta condições que permitem a produção regular de energia elétrica ao longo do ano a partir da energia solar, por processo fotovoltaico. A energia produzida poderia, por exemplo, abastecer a casa de uma família de quatro pessoas com consumo mensal de 250 kWh. Essa é uma das conclusões da dissertação de mestrado do pesquisador do Centro de Energias do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), que utilizou a plataforma de energias da instituição para analisar a geração fotovoltaica da capital paranaense.

Essa geração de energia foi constatada na pesquisa de André Gomes após a coleta de dados e simulações computacionais para correlacionar a análise climática da cidade com as expectativas de energia injetada no sistema elétrico do Tecpar. De acordo com o estudo “Instalação e integração de sistemas de microgeração com fontes renováveis para redes elétricas inteligentes”, painéis fotovoltaicos em Curitiba têm capacidade para gerar, em média, 3 mil kW/h ao ano e, mesmo no inverno, as baixas temperaturas ampliam a potência dos módulos fotovoltaicos, de forma a compensar a menor incidência de radiação solar.

A pesquisa considerou três tipos de painéis disponíveis no mercado: módulos monocristalinos, módulos policristalinos e módulos de filme fino (Si-a). A análise constatou que a energia gerada em alguns meses de inverno é similar à produzida nos meses de verão, pois apesar da menor incidência solar nos meses de junho, julho e agosto, o frio mais rigoroso do período aumenta a potência de geração do painel fotovoltaico, o que acaba compensando a baixa incidência solar da estação.

“Isso mostra que Curitiba tem potencial de energia solar ao longo do ano. A informação extraída da dissertação fomenta a microgeração na cidade, que vai ao encontro das políticas públicas na área de energia no Paraná. Ao elaborar e executar um projeto deste porte, a pesquisa mostra que o Tecpar reúne o know-how de plataformas de energias renováveis para essa geração”, explica Gomes.

 

Fonte: Portal Tecpar

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O avanço da energia solar http://www.solare.eng.br/energia-solar-avanca/ Tue, 19 Jul 2016 21:46:04 +0000 http://solare.eng.br/solar/?p=1458 Estado de S.Paulo Cada vez mais gente daqui do Brasil tem gerado a própria energia elétrica a partir do sol. Em...

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Estado de S.Paulo

Cada vez mais gente daqui do Brasil tem gerado a própria energia elétrica a partir do sol. Em termos absolutos, a novidade parece insignificante: apenas 3.981 micro e minigeradores num universo de 77 milhões de unidades consumidoras.

Mas o potencial de crescimento é enorme. Em junho de 2015, por exemplo, havia apenas 763 microgeradores. Ou seja, a quantidade de telhados solares instalados por aí foi multiplicada por cinco em apenas 12 meses.

Esse salto na microgeração se deve a, pelo menos, três fatores. O primeiro deles é a redução do preço que a utilização de tecnologia solar fotovoltaica tem proporcionado. Deve-se, por sua vez, ao desenvolvimento de equipamentos mais eficientes e ao aumento da escala de produção na Ásia, na América do Norte e na Europa.

“Nos últimos 10 anos, essa fonte de energia ficou de 70% a 80% mais barata no mundo”, observa o presidente da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), Rodrigo Sauaia.

É verdade que a alta do dólar em 2015 acabou por frear essa queda de preços, na medida em que cerca de 50% dos equipamentos são importados. Ainda assim, a tendência é de baixa.

O segundo motivo para o salto do número de microgeradores no Brasil é o forte aumento da tarifa da energia elétrica no País nos últimos anos, de 51% apenas em 2015, fator que estimulou o consumidor a buscar outras opções. Com isso, o tempo para amortizar o investimento da instalação de equipamentos de energia solar – apenas com a redução da conta de luz – diminuiu em cerca de um ano quando comparado ao que acontecia em 2014 (veja o Confira).

Já o terceiro impulso que a microgeração vem obtendo é resultado de novos avanços regulatórios, a partir da revisão da Resolução 482 da Aneel no fim de 2015. Desde 2012, as distribuidoras de energia elétrica estão obrigadas tanto a integrar à rede os consumidores que instalem painéis de energia solar como a operar com um sistema de compensação. A conta de luz passou a levar em conta a diferença entre a energia gerada (e repassada à rede) e a consumida. Mas, até a revisão da resolução, só podia usufruir desse sistema quem contasse com telhado próprio, no qual instalasse as tais placas fotovoltaicas.

Desde março deste ano, porém, a Aneel passou a permitir também a chamada “geração compartilhada”, que possibilita a reunião de consumidores (pessoas físicas ou jurídicas), por meio de consórcios ou cooperativas, para que se beneficiem da instalação de painéis fotovoltaicos. Vizinhos de um condomínio, por exemplo, podem se juntar para investir em energia solar. Todo o grupo sai beneficiado pela compensação de energia, mesmo se as placas estiverem no telhado de apenas um deles.

Para o coordenador do Grupo de Pesquisa Estratégica em Energia Solar da Universidade Federal de Santa Catarina, Ricardo Ruther, a nova resolução “coloca mais gente no jogo” e possibilita grande salto no uso desse tipo de energia. “Nem é preciso mais ter um telhado favorável à instalação. O que falta é as pessoas saberem disso”, observa.

CONFIRA:
Quanto custa
O preço de uma instalação de 15 m², suficiente para fornecer energia para uma residência onde vivem quatro pessoas, é de cerca de R$ 12 mil. Essa despesa se paga em cerca de seis anos, apenas com os ganhos obtidos com redução da conta de luz.

“Auto consumo remoto”
Dentro de uma mesma área de concessão, a pessoa física ou jurídica que possuir mais de um imóvel pode gerar energia em um deles e abastecer os outros. Um shopping center, por exemplo, poderia instalar placas fotovoltaicas em todo o teto do empreendimento e compensar essa energia nos seus escritórios. Vale também para quem tenha casa de praia.

Cobrança sem sentido
Até agora, 15 Estados e o Distrito Federal aderiram à norma do Confaz, de abril de 2015, que permite a isenção do ICMS sobre a energia solar assim gerada. Em 11 Estados, no entanto, persiste a aberração de que o consumidor tem de pagar imposto não só pelo que consumiu, mas também pelo que produziu.

 

Fonte: O Estado de São Paulo

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